Para Luiza Brunet, falta de sexo não é nenhum problema grave

Sem vergonha de admitir que já passou meses sem transar, empresária diz à edição de agosto da revista CLAUDIA que não curte sexo casual.

Cheia de personalidade, Luiza Brunet revela que falta de sexo nunca a impediu de ser feliz na carreira e na vida pessoal
Foto: Ernani D’Almeida/ Revista ANAMARIA

“Sinto falta de sexo, mas não saio atirando”, confessou a atriz, modelo e empresária à revista CLAUDIA. Aos 48 anos de idade e com tudo em cima, ela abriu o jogo e mostrou que também passa por situações semelhantes às de outras mulheres maduras.

Na entrevista para a revista, Luiza Brunet, separada e mãe de dois filhos – Yasmin, 22, e Antônio, 11 -, divide suas angústias com relação ao ex-marido e ainda abre o coração sobre o que pensa a respeito de sexo e conquista.

CLAUDIA: Algum homem já te fez chorar?
Luiza Brunet: Chorei muito pelo meu ex-marido. De alegria, desgosto e por brigas. Nasci para ser casada. Ficamos 24 anos juntos e nos separamos num desgaste enorme. Se o amor se torna doentio, tem que dar um stop; senão, você se acaba e adoece quem está perto.

Como é a convivência com ele?
Luiza Brunet:
Já foi melhor. O diálogo é duro, falta paciência. Não é fácil conviver quando você quer se desvincular. Mas, pelos filhos, mantenho o respeito, chamo para almoçar em casa no fim de semana. Ele mora perto e pega o Antônio na hora que quiser.

Está sem sexo desde a separação?
Luiza Brunet: Isso não é doença. Sinto falta de sexo, mas não vou sair atirando. Não sou do tipo que tem sexo casual. Encho o dia com coisas importantes… Percebo, porém, que já começo a olhar para o lado.

Para Luiza Brunet, falta de sexo não é nenhum problema grave

A eterna símbolo sexual Luiza Brunet estampa capas das revistas CLAUDIA (2010), NOVA (1995) e NOVA (1988)


Os homens têm medo de se aproximar porque você é bonita ou séria?
Luiza Brunet:
Eles temem mais as declarações que dou. Digo que gosto de homem mais velho, interessante, sóbrio, com uma história idônea, como a minha. Já descarto a maioria. Os que sobram estão casados. Fico à deriva.

Você sempre foi cobiçada. Recebe muita cantada?
Luiza Brunet: O assédio aconteceu mais nos anos 1980. A primeira capa, de Ele Ela, foi em 1979, e o último nu para a PLAYBOY, em 1986. Achavam que você estava à disposição se posava nua. Não esqueço um empresário de São Paulo que me assediou. Marquei um trabalho por telefone e indicaram um hotel para me hospedar. Quando cheguei, me deparei com ele. Sempre saí com profissionalismo e classe dessas situações. Estava casada, tinha uma visão clara: esse tipo de coisa acontece na profissão. Nunca me senti à venda. O estigma não grudou em mim. Não fiquei só como sex symbol, como muitas. Eu ampliei o leque de trabalho.
 
Ainda na edição da revista CLAUDIA, a modelo fala sobre como conquistou o sucesso como empresária e conta como é a relação com os dois filhos. Para ler mais, acesse a entrevista completa com Luiza Brunet