Rafael Cardoso: o mais novo queridinho do Brasil

Protagonista de A Vida da Gente, ele fala do seu amor à arte de interpretar mostrando por que conquistou o país

Rafael Cardoso: ao galã da nova geração que conquistou o Brasil
Foto: TV Globo/ Divulgação

Com pinta de galã e jeitinho mais para o tímido, Rafael Cardoso não poupa esforços a fim de conseguir estabilidade e reconhecimento na carreira de ator. Hoje, aos 26 anos, curte uma ótima fase na vida pessoal e profissional. Ele encara seu primeiro protagonista na TV, o Rodrigo de A Vida da Gente, e acaba de retomar o casamento de três anos com a atriz Mariana Bridi, filha da jornalista Sônia Bridi e do diretor-geral de novelas da Record, Edson Spinello. O jovem casal estava separado desde maio e a volta é motivo de extrema felicidade para Rafael. Com poucos anos de trajetória Rafael já mostrou talento e encanta a todos no horário das 6. Vamos ao bate-papo gostoso com ele?

Como recebeu o convite pra novela?
Foi uma correria, eu estava filmando Os Senhores da Guerra, em Porto Alegre (RS), com o diretor Tabajara Ruas. O longa trata da revolução de 1923 e 24 e o movimento tenentista brasileiro. Enfim, estava lá e aí veio o convite para fazer o teste do personagem. Não tive muito tempo para me preparar, mas me esforcei ao máximo. Cada fase do Rodrigo tem um jeito, então a linguagem corporal muda.

Como enxerga o Rodrigo?
Ele é um garoto observador pra caramba. Perdeu a mãe muito jovem e acabou se encontrando nos livros, nos estudos… É um cara interessado e visionário, busca sempre o melhor. Ao longo da trama foi evoluindo no plano afetivo e nesta fase é um homem feliz. Porém, já está ficando pertubardo com o reencontro com a Ana (Fernanda Vasconcellos), seu amor do passado.

E você já se apaixonou muitas vezes?
Quando se é mais novo, com a idade do Rodrigo, por exemplo, acho que você vive muito intensamente, se apaixona a cada momento, pelo menos eu era assim… Conhecia uma pessoa aqui e achava que estava amando… Aí via outra menina ali e pensava: tô apaixonado também! (Risos) Eu era romântico demais!

Como é o seu filme que está para estrear?
Em Os Senhores da Guerra faço o Júlio Rafael Bozano, que é um coronel gaúcho na época da Revolução de 1923. Engordei sete quilos para o papel. Na época, malhava diariamente, até duas vezes ao dia. Depois, para a novela comecei a fazer mais trabalho aeróbico a fim de diminuir a massa muscular.

Qual a maior diferença que percebe fazendo cinema e TV?
Cada vez mais, na televisão brasileira, os personagens estão ficando transgressores, as barreiras vão sendo quebradas. Vivemos em um mundo da diversidade, então é um caminho comum para se retratar a realidade. No cinema, isso acontece desde sempre. Para mim, essa é a maior diferença.

Sonha em fazer algum papel específico?
Não tenho um personagem específico, gosto de desafios, de tipos complexos, que levam você a estudar e a se aprofundar para compô-lo.

Como lida com o assédio das fãs?
Acho que a gente depende delas, que nos assistem e nos dão a resposta se estamos no caminho certo. Lido muito bem com o assédio!