Zibia Gasparetto fala sobre o lado espiritual de “Escrito nas Estrelas”

A escritora também explica como saber se o espírito de um ente querido está por perto

Zibia já psicografou mais de 30 livros
Foto: Divulgação

Quem não conhece alguém que afirma ter sentido um calafrio na espinha, vindo do nada, visto um vulto que não era uma sombra normal ou ter tido a sensação de que algo estranho estava para acontecer? A nova trama global das 6, Escrito nas Estrelas, de Elizabeth Jhin, tem tudo isso e muito mais! E os faz relembrar outras novelas com abordagem espiritualista de sucesso, como “A Viagem” (1994), de Ivani Ribeiro, e “Alma Gêmea” (2005), de Walcyr Carrasco, ambas na Globo. 

Nessa linha, o atual folhetim das 6 retomará um grande questionamento: será que os espíritos estão, mesmo, entre nós? No folhetim, Daniel (Jayme Matarazzo), que morreu no segundo capítulo, será um protetor de Viviane (Nathalia Dill). E, no outro plano, passará a história inteira tentando fazer com que a garota siga o caminho correto e, além disso, gere um filho a partir de seu sêmen congelado. 

Segundo a escritora Zibia Gasparetto – que aos 82 anos tem 34 livros publicados, sendo 32 deles ditados por seres de luz já desencarnados -, esse contato com outros mundos não é privilégio da ficção. Zibia, que também é uma médium extremamente respeitada, garante: podemos ter contato com espíritos, mas eles precisam ser bastante evoluídos para estar entre nós. 

“O plano astral segue uma hierarquia. Então, lá existem equipes de socorro dedicadas a dar ajuda aos vivos. Por exemplo, há desafios dolorosos, como os que vêm acontecendo no Rio (as fortes chuvas e os desmoronamentos) e esses espíritos estão entre nós para transmitir energias boas que possam confortar quem perdeu tudo, sobretudo entes queridos”, revela Zibia, autora de bestsellers como “O Amor Venceu, Laços Eternos e Se Abrindo para a Vida”, que está no topo dos mais vendidos no país no momento. 

Entretanto, segundo ela, há espíritos que estão perdidos. São de pessoas que morreram com doenças dolorosas ou tiveram vícios na vida terrena e precisam de auxílio. “Eles ficam presos à Terra por coisas inacabadas, apego aos bens materiais e até questões sentimentais. E Deus permite que esses espíritos fiquem por aqui como forma de aprendizagem. Porque vai ter uma hora que eles pedirão para ir embora e serão recolhidos por seres de luz”, assegurou Zibia. 

Para se compreender melhor esse tema, a maioria dos espíritas segue os preceitos do Livro dos Médiuns, de Allan Kardec (francês que difundiu no século 19 a doutrina espírita). “No livro existe a relação completa de como os espíritos podem se comunicar: incorporação, vidência, escrita, telepatia… No meu caso, ouço uma voz me ditando o que tenho de escrever. Muitas vezes as pessoas não notam, mas estão recebendo orientações dos espíritos. De repente vem uma frase na sua cabeça, empurrando você para alguma coisa negativa ou para fazer algo bom. Ou você pode captar uma vibração, ter uma ideia que pode ajudar alguém… Isso, com certeza, é um espírito lhe orientando”, disse a escritora.

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