Conheça as causas, os sintomas e as formas de tratar a depressão

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 20% da população mundial tem ou terá essa doença - que tem como principais vítimas as mulheres. Saiba mais sobre o problema.

Uma em cada quatro mulheres irá sofrer algum episódio de depressão ao longo da vida.
Foto: Alliance/Thinkstock/Getty Images

 

A depressão

Culpado: estresse

Vários fatores explicam o aparecimento da depressão. Pelo lado fisiológico, sabe-se que pessoas deprimidas têm uma baixa na serotonina, noradrenalina e dopamina – neurotransmissores que levam à sensação de prazer e bem-estar. Já pelo lado ambiental, o estresse ganha força cada vez maior quando o assunto é depressão. Isso porque 80% dos casos se iniciam após a experiência de um momento estressante. Aí pode ser um assalto, um divórcio, uma demissão do trabalho, e assim por diante.

 

Mulheres sofrem mais

A oscilação dos hormônios femininos faz com que as mulheres tenham mais chances de desenvolver a depressão. Além disso, a tendência do comportamento feminino de centrar sua vida no trabalho e na família e deixar as horas de lazer de lado é outro fator complicador para a mulherada. Fique atenta!

 

Crise mundial

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 20% da população mundial já tem ou algum dia sofrerá com a depressão. Só para você ter uma ideia do problema, a OMS estima que os transtornos mentais – e aí se inclui a depressão – serão a maior crise mundial no século 21.


Sintomas

Conheça os sintomas que caracterizam a depressão. Preste atenção: eles aparecem devagar e podem desaparecer do nada até chegar a um momento em que voltam com força total!

· Desânimo e tristeza.
· Irritabilidade.
· Dores pelo corpo.
· Alteração no apetite.
· Timidez social.
· Sensação de cansaço.
· Falta de concentração.
· Sensação de inutilidade.
· Perda do humor.
· Baixa na libido.
· Alterações no sono.


Tratamento

Terapia e medicamentos

Além dos medicamentos que tentam devolver a sensação de prazer à pessoa, o tratamento envolve psicoterapia. Nas sessões, o paciente é estimulado a deixar de lado os pensamentos destrutivos e identificar situações de conflito que estejam causando as crises.

 

Dá-lhe malhação!

Fazer exercícios físicos, como caminhada, musculação, natação, dança… O que você achar mais prazeroso faz um bem danado para aliviar as crises. É que ao mexer o corpo você ajuda o cérebro a liberar substâncias que proporcionam uma estabilização no humor e melhoram a sensação de bem-estar. Especialistas afirmam que só o simples fato de sair de casa para malhar já ajuda a tratar a depressão.

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