Este estudo vai te convencer a limpar bem seus fones de ouvido

Estudo realizado na faculdade de biomedicina da Devry Metrocamp, em Campinas, encontrou 10 mil tipos de fungos e bactérias no apetrecho.

A maior parte das pessoas está usando um deles praticamente o tempo todo – seja no trabalho, no ônibus ou até mesmo andando na rua. Poucos param para pensar, no entanto, no fato de que os fones de ouvido também precisam ser higienizados – e com muita atenção.

Uma pesquisa realizada pela faculdade de biomedicina da Devry Metrocamp, em Campinas, vai convencer todo mundo de que limpar este apetrecho é uma ótima ideia.

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O motivo? O fato de os cientistas terem encontrado cerca de 10 mil tipos diferentes de fungos e bactérias ao analisarem 40 fones de ouvido diferentes.

E, olha, não precisa ser daquele modelo que encaixamos dentro da orelha, não – até mesmo os chamados headphones, que se encaixam ao redor da cabeça, precisam ser higienizados com atenção.

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Em 87% dos fones, foi possível verificar uma concentração mais alta (e consequentemente, menos segura) de microorganismos. Isso quer dizer que eles podem causar infecções, seja de pele ou das vias aéreas – podendo levar, em alguns casos, até mesmo à meningite. É sério!

 (Reprodução/Giphy)

Apesar de os fungos e bactérias também estarem presentes nos headphones, este tipo de fone é considerado mais seguro que o outro – já que os patógenos estão em menor quantidade.

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Em relato ao G1, os pesquisadores da Devry Metrocamp dão duas dicas essenciais. A primeira é não compartilhar seus fones com ninguém. Já a segunda, higienizar os fones (tanto nas partes que entram em contato direto com a orelha quanto nos próprios fios) com álcool isopropílico – que não é nocivo aos aparelhos eletrônicos.