Evite a candidíase no verão

Conheça os principais sintomas da candidíase, doença típica do verão, e veja como evitá-la ou tratá-la com dicas de uma ginecologista

Mulheres virgens também correm o risco de ter candidíase
Foto: Dreamstime

Quando chega o verão, aumentam os casos de candidíase. É que a combinação de calor com biquíni molhado favorece a proliferação dos fungos que causam a infecção na vagina. A coceira na região se torna tão intensa que algumas mulheres até se machucam. Mas, apesar de chata, a candidíase tem cura. Siga os conselhos da ginecologista Lorena Magalhães e dê tchau ao problema.

5 esclarecimentos sobre o assunto

1. Como não existe comprovação sobre as formas de transmissão da doença, os médicos recomendam tomar cuidado, principalmente com a higiene em banheiros públicos.

2. Mulheres virgens também correm o risco de ter candidíase.

3. Apesar de ter cura, há casos em que os sintomas voltam até três vezes por ano.

4. Homens podem apresentar a doença, mesmo sem manifestar os sintomas. É que o órgão sexual masculino costuma ficar menos abafado do que feminino, o que dificulta a sobrevivência do fungo.

5. Se a mulher se sentir confortável, pode ter relações sexuais normalmente. O que costuma atrapalhar é o desconforto provocado pela infecção, além da eliminação constrangedora de secreção durante a transa.

Sintomas

· Coceira.
· Irritação vaginal.
· Vermelhidão na vulva.
· Relação sexual dolorida.
· Desconforto ao urinar.
· Corrimento branco, com aspecto parecido ao de leite talhado.

Facilitadores do problema

· Uso de roupas justas.
· Queda na imunidade.
· Diabetes.
· Gravidez.
· Consumo excessivo de açúcar.

Como se cuidar?

· Evite roupas apertadas.
· Use calcinhas de algodão.
· Durma sem roupa, especialmente nos dias quentes, para a vagina “respirar”.
· Evite ficar horas de biquíni molhado.
· Em vaso sanitário público, forre o assento.

Tratamento

· Ao perceber um dos sintomas, procure um ginecologista. O diagnóstico da candidíase é feito por meio de exame clínico.

· O tratamento, geralmente, baseia-se no uso de pomadas vaginais ou medicamentos antifúngicos.

· O tempo varia de acordo com o tipo de tratamento. As pomadas de efeito mais rápido custam cerca de R$ 50*. Já as distribuídas nos postos de saúde demoram entre 7 e 14 dias para resolver o problema.

· Banhos de assento (e até água corrente) aliviam os sintomas, mas não curam a enfermidade. Nada substitui as pomadas e os remédios.

*Preço pesquisado em janeiro/2012

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